Sobre a poesia, e a resistência

Isolado e perseguido por Estaline num campo de transição, Óssip Mandelstam morreu, de fome, aos 47 anos.

Sabendo que qualquer cópia escrita dos seus poemas podia ser apreendida, Nadejda Mandelstam memorizou os poemas do marido. Durante anos, viveu na clandestinidade, confiando os versos a amigos próximos que também os decoravam. Décadas depois, a obra, preservada na memória de uns quantos, foi finalmente publicada.

(Nadejda) “Era uma mulher baixa e magra, e com o passar dos anos foi-se encolhendo cada vez mais, como se tentasse transformar-se numa coisa sem peso, algo que se pudesse enfiar às pressas no bolso em caso de fuga” (Brodsky)
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A palavra, na raiz do pensamento

“Language can only deal meaningfully with a special, restricted segment of reality. The rest, and it is presumably the much larger part, is silence.”

“We know now that a man can read Goethe or Rilke in the evening, that he can play Bach and Schubert, and go to his day's work at Auschwitz in the morning.”

“Men are accomplices to that which leaves them indifferent.”

Quatro Entrevistas
  • Manifesto pela Leitura como ferramenta para o desenvolvimento de organizações criativas

    Acreditamos que a criatividade é central para o sucesso e para a diferenciação, quer dos indivíduos quer das organizações.

    Leia o texto e subscreva o manifesto 
  • Ajudamos a promover a Leitura na sua organização (e a deixar de precisar de ajuda)

    Pensar usando a imaginação requer foco, capacidade de concentração e diversidade de conhecimento. Implica curiosidade e capacidade de aprender com os outros.

    Contacte-nos, sabemos como ajudar 

O que a natureza não dá, o inferno empresta

Camila Sosa Villada

«o fulgor de uma vida sem limites através de uma linguagem de memória, inventividade, ternura e sangue. Um retrato de grupo contado através de uma releitura da mitologia, um manifesto explosivo sobre a força, a dor e vontade de sobreviver»

As Malditas